Disponível em sete línguas · Edição europeia 2026
Edição europeia · 2026

MANIFESTO DO NATURISMOA revolução nua · Porque a liberdade começa no próprio corpo

Porque é que o mesmo corpo parece natural num lugar e inconveniente noutro? Entre história, cultura e direito europeu, este livro convida a questionar hábitos, preconceitos e a própria ideia de liberdade. Uma leitura que abre novas perspetivas sobre algo profundamente humano.

“Este livro não exige um mundo nu. Exige um mundo livre.”
MANIFESTO DO NATURISMO — Edição europeia cover
⚖
DIREITOLeis, decisões, comparação europeia
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HISTÓRIADa Antiguidade aos nossos dias
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CULTURASociedade, corpo, igualdade
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REFORMADireitos humanos e lei moderna
Edição europeia

Edição portuguesa

Todas as edições portuguesas atualmente publicadas estão abaixo. O e-book Kindle utiliza a capa censurada; as edições impressas utilizam a capa normal não censurada.

BOOKS FOR A FREER WORLD

Livros para ver mais longe.

Há livros que nos levam a novos lugares e outros que nos fazem regressar ao quotidiano com um olhar diferente. Esta coleção aproxima cultura, liberdade pessoal, viagens e história mundial do corpo humano.

MANIFESTO DO NATURISMO
O livro que deu origem à coleção

MANIFESTO DO NATURISMO

Porque é que a nudez é habitual num contexto e proibida noutro? A história, a religião, o direito europeu e a cultura naturista encontram-se numa reflexão sobre liberdade de escolha, respeito e autonomia do corpo.

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Capa da edição inglesa do livro apresentado como « Sem filtros. Sem vergonha. »
Disponível em alemão, inglês, italiano, francês e espanhol · tradução portuguesa a caminho

SEM FILTROS. SEM VERGONHA.

A sós com o meu corpo · 12 semanas para uma relação mais livre consigo

E se deixássemos de avaliar o corpo todos os dias? Em doze capítulos, este caderno explora os padrões de beleza, os filtros das redes sociais, o mercado das inseguranças e a voz crítica que nos acompanha. Perguntas e exercícios propõem novas formas de olhar para o espelho, conhecer a neutralidade corporal, valorizar aquilo que o corpo faz e reconhecer a diversidade real das pessoas. Com propostas semanais e sempre ao seu ritmo, o leitor é convidado a trocar comparações por curiosidade e liberdade de escolha.

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2027 · VIAGENS NATURISTASA EUROPA
A NU
2027 · Viajar em naturismo com confiança

A EUROPA A NU 2027

Uma praia bonita é apenas o começo de umas boas férias. Este guia europeu seleciona e avalia praias naturistas, aldeamentos, resorts, hotéis e espaços de bem-estar sem fato de banho. Para além da paisagem, observa privacidade, segurança, limpeza, acolhimento, serviços, gastronomia e relação qualidade-preço. Um júri criado para o livro distingue destinos de excelência através de sete concursos. A proposta é trazer ao naturismo o olhar criterioso de um guia Michelin, com avaliações próprias e sem qualquer ligação à marca.

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HISTÓRIA · DIREITO · CULTURAATLAS
MUNDIAL DO
NATURISMO
Uma obra internacional de grande fôlego

ATLAS MUNDIAL DO NATURISMO

Liberdade do corpo, direito e cultura pelo mundo

Uma obra monumental, concebida em dois volumes, dedicada à história mundial do corpo, da nudez e da liberdade. Das primeiras civilizações ao naturismo moderno, percorre tradições religiosas, encontros culturais e legados coloniais. Compara também leis, práticas sociais, culturas balneares, igualdade de topless e autonomia corporal em diferentes regiões do planeta. Uma viagem intelectual rigorosa que reúne história, antropologia e direito para perguntar: quem deve decidir quanto do nosso corpo podemos mostrar?

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FÉRIAS · JOGOSENIGMAS
E QUIZZES
Novas leituras no horizonte

Enigmas e quizzes para férias naturistas

Viagens, cultura e pequenas descobertas reunidas na ideia de um futuro livro de passatempos naturistas.

HISTÓRIAS · MAR · LIBERDADEROMANCE
À BEIRA-MAR
Histórias por contar

Um romance numa praia naturista

O mar, um encontro e o prazer de ser quem se é: o cenário de um futuro romance literário.

BOOKS FOR A FREER WORLD · 2027

Porque umas boas férias merecem mais do que uma lista de praias.

A EUROPA A NU 2027PRÉMIOS
DO JÚRI
NATURISTA

Mais do que descobrir praias: comparar experiências, encontrar bons destinos e conhecer as escolhas premiadas pelo júri do livro.

Um areal magnífico pode ter acessos difíceis. Um hotel reconhecido pode não proporcionar a tranquilidade prometida. A Europa a Nu 2027 procura responder a uma pergunta simples: vale mesmo a pena escolher este destino?

Praias, núcleos naturistas, resorts, hotéis e bem-estar sem roupa são avaliados com atenção à natureza, aos serviços, à higiene, à restauração, à privacidade, à segurança e aos preços. A guia inclui informações úteis sobre acessos, épocas e regras locais, sem esquecer famílias, viajantes a solo ou quem procura sossego.

Os princípios do Manifesto do Naturismo orientam a seleção: nudez não sexual, liberdade, consentimento e respeito. Um júri próprio atribui distinções em sete concursos. Tal como um bom guia gastronómico, pretende revelar o que torna um destino verdadeiramente recomendável.

  • Praias, núcleos naturistas, resorts e hotéis
  • Bem-estar sem fato de banho e recantos especiais
  • Qualidade, privacidade, segurança e preços
  • Sete distinções atribuídas pelo júri do livro
Uma história mundial do corpo humano

ATLAS MUNDIAL DO NATURISMO

Liberdade do corpo, direito e cultura pelo mundo

Dos banhos antigos às tradições religiosas e às regras de vestuário impostas durante a colonização, chegando ao naturismo contemporâneo, ATLAS MUNDIAL DO NATURISMO aproxima histórias e culturas numa perspetiva verdadeiramente global.

Esta obra científica em dois volumes liga história, antropologia e comparação de sistemas jurídicos. Em vez de idealizar o passado, procura compreender a diversidade humana e pensar o direito de cada pessoa escolher estar vestida ou despida com respeito pelos outros.

Capa da edição inglesa do livro apresentado como « Sem filtros. Sem vergonha. »
12 capítulos · 12 semanas · ao seu ritmo

SEM FILTROS. SEM VERGONHA. – Um olhar mais livre sobre si

Quando começámos a olhar para o corpo como se tivesse de cumprir um padrão? Este caderno propõe uma reflexão acompanhada sobre a imagem pessoal, a pressão das aparências e a possibilidade de viver com menos julgamentos.

  • Perceber o efeito dos filtros e dos ideais de beleza.
  • Reconhecer a autocrítica e descobrir a neutralidade corporal.
  • Valorizar os corpos reais, nas suas diferentes formas, marcas e capacidades.
  • Experimentar exercícios de reflexão, observação ao espelho e escolhas sempre voluntárias.

Já disponível em alemão, inglês, italiano, francês e espanhol. A tradução portuguesa está em preparação.

Um livro de reflexão pessoal inspirado na investigação, não um tratamento psicológico. O naturismo é uma possibilidade, nunca uma exigência.

Edição europeia

O que esta Edição europeia explora

Há livros que nos levam a novos lugares e outros que nos fazem regressar ao quotidiano com um olhar diferente. Esta coleção aproxima cultura, liberdade pessoal, viagens e história mundial do corpo humano.

História da nudez e do naturismo

Da Antiguidade e das tradições religiosas aos movimentos modernos de reforma, o livro acompanha a forma como a Europa leu o corpo nu como natural, vergonhoso, político ou libertador. Conhecer esta história muda a pergunta: não apenas «a nudez é normal?», mas «quem definiu o que é normal?» →

Cultura e religião

Cristianismo, secularização, costumes regionais e códigos morais em mudança criaram atitudes europeias muito diferentes perante o corpo. O livro não reduz essa diversidade: mostra tensões, contradições e efeitos duradouros. →

Direito e comparação europeia

Uma praia, um parque ou uma sauna podem parecer quase iguais dos dois lados de uma fronteira, enquanto o enquadramento jurídico muda radicalmente. A Edição europeia compara regras, aplicação e incerteza jurídica para explicar essas diferenças. →

Naturismo, nudismo e FKK

Os termos sobrepõem-se, mas transportam histórias e significados sociais diferentes. O livro percorre o naturismo organizado, a cultura FKK e o lazer nu contemporâneo, perguntando o que se perde quando a nudez não sexual é automaticamente sexualizada. →

Nudez não sexual

Um corpo nu não é, por si só, um ato sexual. Esta distinção atravessa o livro porque confundir nudez e conduta sexual pode distorcer o direito, as normas sociais e os limites pessoais. A proposta é clareza, consentimento e contexto. →

Igualdade topless

Porque pode a mesma quantidade de pele visível ser tratada de forma diferente consoante o sexo? O livro examina regras e práticas topless como teste concreto de igualdade, sem esquecer o direito de escolher não se despir. →

Cultura de sauna e banho

Saunas sem fato de banho, obrigação de o usar e tradições mistas mostram como o mesmo corpo pode ser banal num espaço e impróprio noutro. A comparação europeia torna visíveis hábitos que pareciam evidentes. →

Autonomia corporal

A ideia central é a escolha: liberdade de se vestir e liberdade de se despir, sem coerção em nenhuma direção. O manifesto desenvolve esta liberdade como reivindicação política e de direitos humanos; não afirma que já exista um «direito humano à nudez» geral reconhecido pelo direito positivo. →

Vergonha social e pudor

A vergonha pode proteger a intimidade, mas também pode ser aprendida, comercializada e usada como controlo social. O livro pergunta onde termina o pudor pessoal e onde começa a imposição coletiva. →

Clareza jurídica para espaços naturistas

A liberdade funciona melhor quando as expectativas são claras. O livro defende regras compreensíveis, espaços naturistas acessíveis e enquadramentos jurídicos que distingam nudez pacífica de comportamentos prejudiciais. →

Proteção contra assédio e discriminação

O naturismo não autoriza olhares invasivos, toque, fotografia ou assédio. Consentimento, privacidade e limites pessoais são essenciais. O livro liga liberdade e responsabilidade e pede proteção contra comportamentos nocivos, não contra o corpo nu. →

Este livro não exige um mundo nu. Exige um mundo livre.

Importante: O manifesto eleva a liberdade de escolher estar vestido ou nu — sob qualquer forma — a uma reivindicação política e de direitos humanos. Não afirma que um «direito humano à nudez» universal, consagrado no direito positivo e aplicável de igual modo a todos os países, já seja reconhecido; pelo contrário, reivindica o seu reconhecimento.